O Bom Pastor

O Bom Pastor
Evangelizar é Preciso

SEJA BEM VINDO Á EVANGELIZAÇÃO

SEJA BEM VINDO Á EVANGELIZAÇÃO CONSTRUIR UMA EVANGELIZAÇÃO CAPAZ DE TRANSFORMAR PESSOAS, PROPORCIONANDO UM BEM ESTAR SOCIAL,VOLTADO PARA OS PRINCÍPIOS CRISTÃS. TEMOS A RESPONSABILIDADE DE PROPORCIONAR CONTEÚDOS VOLTADOS PARA UMA EVANGELIZAÇÃO CRISTÃ.

Coração de Jesus Santuário de Fé !

Coração de Jesus  Santuário de Fé !
Santuário Coração de Jesus -Mossoró -RN...Clic..e visite.

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Evangelizando com São João Paulo II

 

O que São João Paulo II diz sobre evangelização

 29 DE OUTUBRO DE 2021  AGÊNCIA DOMINUS  BLOG EVANGELIZAÇÃO



São João Paulo II é um exemplo de evangelizador missionário. Afinal de contas, não é à toa que recebeu o título de Papa Peregrino. O polonês viajou para 129 países e percorreu 1,2 milhões de quilômetros. Sempre levando a santidade para mais pessoas e apresentando a Palavra de Deus em todos os cantos. 

Na encíclica Redemptoris Missio, publicada em 1990, São João Paulo cita Coríntios (9,16) ao dizer que evangelizar é nossa obrigação, e que não devemos nos gloriar por isso. 

Na mesma encíclica, o Papa fala sobre sua dedicação constante à evangelização.  “Desde o início do meu pontificado, decidi caminhar até aos confins da terra para manifestar esta solicitude missionária, e este ‘contacto direto’ com os povos, que ignoram Cristo, convenceu-me ainda mais da urgência de tal ‘atividade’.”

 A missão compete a todos os cristãos

 Na encíclica Evangelium Vitae, de 1995, São João Paulo II diz que todos nós somos enviados por Deus para anunciar o seu Evangelho. Foi nos dada essa graça de apresentar a Palavra de Deus aos irmãos e de testemunhar a fé e a vida cristã. 

Recebemos o Evangelho da vida e por meio dele fomos transformados e salvos. E, portanto, também recebemos a missão de sermos proclamadores da verdade para todas as nações. “Vós sois o povo adquirido por Deus, para proclamardes as suas obras maravilhosas.” (1 Ped 2, 9)

A evangelização é uma ação global e dinâmica que engloba anúncio, celebração e serviço da caridade. 

“É um ‘ato’ profundamente eclesial, que compromete todos os operários do Evangelho, cada um segundo os seus carismas e o próprio ministério”, afirma São João Paulo II, no documento. 

 Não desanime diante das dificuldades

 São João Paulo II fala sobre a importância de não permitir que as dificuldades internas e externas nos deixem pessimistas e desanimados. Talvez as dificuldades pareçam insuperáveis. 

“Em alguns países, está proibida a entrada de missionários; noutros, é proibida tanto a evangelização, como a conversão e até mesmo o culto cristão”, cita o Santo na Encíclica de 1990. 

“Há outros lugares, onde os obstáculos são de natureza cultural: a transmissão da mensagem evangélica mostra-se irrelevante ou incompreensível, e a conversão é considerada como abandono do próprio povo e cultura.”, completa.

Seria realmente desanimador, se fosse uma missão puramente humana. Mas, como o próprio São João nos lembra, não é! Devemos nos apegar à confiança que vem pela fé e lembrar que não somos os protagonistas da missão, mas sim o Espírito Santo.

 Caminhos para a evangelização

 São João Paulo II explica ainda na encíclica Redemptoris Missio quais caminhos a Igreja segue para evangelizar. 

1- Evangelize por meio do testemunho

De acordo com o papa, o homem é mais fiel à experiência do que a doutrina. Ou seja, a melhor forma de evangelizar é por meio de vivências e experiências. 

A própria vida do missionário é fonte de evangelização, assim como a família cristã e a comunidade eclesial. 

2 – Aceite o convite ao Batismo e à conversão 

O propósito de anunciar a Palavra de Deus é a conversão cristã, ou seja, a aceitação sincera a Cristo. 

Os Apóstolos evangelizavam dessa forma. Convidando as pessoas a mudarem suas vidas. Portanto, por meio da fé o chamavam para a conversão e para o Batismo. Assim, conseguiram cumprir sua missão com muito êxito.

São João Paulo II nos diz que todo convertido é certamente um dom oferecido à Igreja, e igualmente é uma responsabilidade, pois é necessário continuar a sua instrução religiosa. Desse modo, se é adulto traz energia nova, o entusiasmo da fé, o desejo de encontrar na própria Igreja o Evangelho vivido.

“Seria para ele uma desilusão se, entrando na comunidade eclesial, encontrasse aí uma vida sem fervor, privada de sinais de renovação. Não podemos pregar a conversão, se nós mesmos não nos convertermos todos os dias”. 

Que possamos levar os ensinamentos de São João Paulo II para toda a vida!

3 – Edifique novas Igrejas 

A meta central é estabelecer comunidades cristãs e construir e fecundar o terreno até que ela possa se tornar uma Igreja. Não se pode entender como verdadeiramente vencida a missão até que isso não seja feito. 

Contudo, São João Paulo II deixa claro que trata-se de um longo e exigente trabalho!

A encíclica é encerrada falando sobre a alegria de ser um missionário. “A característica de qualquer vida missionária autêntica é a alegria interior que vem da fé. Num mundo angustiado e oprimido por tantos problemas, que tende ao pessimismo, o proclamador da « Boa Nova » deve ser um homem que encontrou, em Cristo, a verdadeira esperança.”

O texto foi escrito há mais de 30 anos e ainda assim deve ser usado como inspiração para nós, evangelizadores. Por isso, recomendamos a leitura do documento na íntegra. 


Conhecendo o Tempo do Advento



Início do Advento


O Advento tem sempre início no domingo mais próximo do dia 30 de novembro e termina no dia 24 de dezembro, Véspera do Natal.

Do latim adventum, a palavra "advento" significa chegada e, neste caso, faz referência à chegada de Jesus ao mundo. Assim, é o período antes do Natal, em que a igreja se prepara para a comemoração do nascimento do Menino

Tempo do Advento

O tempo do Advento tem a duração de quatro semanas. Este ano, vai de 28 de novembro a 24 de dezembro de 2021.

Os domingos do tempo do Advento chamam-se: 1.º, 2.º, 3.º e 4.º domingo do Advento. Este tempo que antecede o Natal é o primeiro tempo do calendário litúrgico. É um tempo de espera e de esperança para a chegada de Cristo.

As duas primeiras semanas do Advento visam a preparação para a chegada de Jesus Cristo e as duas últimas semanas do Advento propõem-se a fazer a preparação para a celebração do Natal.

Coroa do Advento


A coroa do Advento é um símbolo do Natal utilizado nas igrejas durante o Tempo do Advento.

Consiste em um ramo verde disposto em forma circular, onde são colocadas quatro velas nas seguintes cores: verde, vermelha, roxa e branca. A cada domingo uma vela é acesa, até que todas estejam acesas no último domingo do Advento.

As velas são acesas na seguinte ordem:

  • 1.º Domingo do Advento: vela verde
  • 2.º Domingo do Advento: vela vermelha
  • 3.º Domingo do Advento: vela roxa
  • 4.º Domingo do Advento: vela branca

Origem do Advento

Acredita-se que a primeira referência ao Advento seja do ano 380, na Península Ibérica, quando o Sínodo de Saragoça ordenou uma preparação de três semanas para a Epifania do Senhor.

Epifania significa revelação e, por isso, representa o dia em que Jesus foi apresentado ao mundo, o que teria acontecido com a chegada dos Reis Magos no local do nascimento de Jesus.

 " Que Tenhamos um Tempo de Esperança ...Cheio do Espírito Santo...para a espera do Menino JESUS
Centro de Tudo "

 

A Solidariedade Cristã


Significado e valor

A solidariedade confere particular relevo à intrínseca sociabilidade da pessoa humana, à igualdade de todos em dignidade e direitos, ao caminho comum dos homens e dos povos para uma unidade cada vez mais convicta. Nunca como hoje, houve uma consciência tão generalizada do liame de interdependência entre os homens e os povos, que se manifesta em qualquer nível. A rapidíssima multiplicação das vias e dos meios de comunicação «em tempo real», como são os telemáticos, os extraordinários progressos da informática, o crescente volume dos intercâmbios comerciais e das informações estão a testemunhar que, pela primeira vez desde o início da história da humanidade, ao menos tecnicamente, é já possível estabelecer relações também entre pessoas muito distantes umas das outras ou desconhecidos.

Em face do fenômeno da interdependência e da sua constante dilatação, subsistem, por outro lado, em todo o mundo, desigualdades muito fortes entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento, alimentadas também por diversas formas de exploração, de opressão e de corrupção, que influem negativamente na vida interna e internacional de muitos Estados. O processo de aceleração da interdependência entre as pessoas e os povos deve ser acompanhado com um empenho no plano ético-social igualmente intensificado, para evitar as nefastas conseqüências de uma situação de injustiça de dimensões planetárias, destinada a repercutir muito negativamente até nos próprios países atualmente mais favorecidos.

 A solidariedade como princípio social e como virtude moral

 As novas relações de interdependência entre homens e povos, que são de fato formas de solidariedade, devem transformar-se em relações tendentes a uma verdadeira e própria solidariedade ético-social, que é a exigência moral ínsita a todas as relações humanas. A solidariedade, portanto, se apresenta sob dois aspectos complementares: o de princípio social e o de virtude moral.

A solidariedade deve ser tomada antes de mais nada, no seu valor de princípio social ordenador das instituições, em base ao qual devem ser superadas as «estruturas de pecado», que dominam os relações entre as pessoas e os povos, devem ser superadas e transformadas em estruturas de solidariedade, mediante a criação ou a oportuna modificação de leis, regras do mercado, ordenamentos.

A solidariedade é também uma verdadeira e própria virtude moral, não «um sentimento de compaixão vaga ou de enternecimento superficial pelos males sofridos por tantas pessoas próximas ou distantes. Pelo contrário, é a determinação firme e perseverante de se empenhar pelo bem comum; ou seja, pelo bem de todos e de cada um, porque todos nós somos verdadeiramente responsáveis por todos». A solidariedade eleva-se ao grau de virtude social fundamental, pois se coloca na dimensão da justiça, virtude orientada por excelência para o bem comum, e na «aplicação em prol do bem do próximo, com a disponibilidade, em sentido evangélico, para “perder-se” em benefício do próximo em vez de o explorar, e para “servi-lo” em vez de o oprimir para proveito próprio (cf. Mt 10, 40-42; 20, 25; Mc 10, 42-45; Lc 22, 25-27)»[419].

Solidariedade e crescimento comum dos homens

 A mensagem da doutrina social acerca da solidariedade põe de realce a existência de estreitos vínculos entre solidariedade e bem comum, solidariedade e destinação universal dos bens, solidariedade e igualdade entre os homens e os povos, solidariedade e paz no mundo[420]. O termo «solidariedade», amplamente empregado pelo Magistério[421], exprime em síntese a exigência de reconhecer, no conjunto dos liames que unem os homens e os grupos sociais entre si, o espaço oferecido à liberdade humana para prover ao crescimento comum, de que todos partilhem. A aplicação nesta direção se traduz no positivo contributo que não se há de deixar faltar à causa comum e na busca dos pontos de possível acordo, mesmo quando prevalece uma lógica de divisão e fragmentação; na disponibilidade a consumir-se pelo bem do outro, para além de todo individualismo e particularismo.

 O princípio da solidariedade comporta que os homens do nosso tempo cultivem uma maior consciência do débito que têm para com a sociedade na qual estão inseridos: são devedores daquelas condições que tornam possível vivível a existência humana, bem como do patrimônio, indivisível e indispensável, constituído da cultura, do conhecimento científico e tecnológico, dos bens materiais e imateriais, de tudo aquilo que a história da humanidade produziu. Um tal débito há de ser honrado nas várias manifestações do agir social, de modo que o caminho dos homens não se interrompa, mas continue aberto às gerações presentes e às futuras, chamadas juntas, umas e outras, a compartilhar na solidariedade do mesmo dom.

A solidariedade na vida e na mensagem de Jesus Cristo

O vértice insuperável da perspectiva indicada é a vida de Jesus de Nazaré, o Homem novo, solidário com a humanidade até à «morte de cruz» (Fil 2,8): n’Ele é sempre possível reconhecer o Sinal vivente daquele amor incomensurável e transcendente do Deus-conosco, que assume as enfermidades do seu povo, caminha com ele, salva-o e o constitui na unidade[423]. N’Ele a solidariedade alcança as dimensões do mesmo agir de Deus. N’Ele, e graças a Ele, também a vida social pode ser redescoberta, mesmo com todas as suas contradições e ambigüidade, como lugar de vida e de esperança, enquanto sinal de uma graça que de continuo é a todos oferecida e que, enquanto dono, invita às formas mais altas e abrangentes de partilha.

Jesus de Nazaré faz resplandecer aos olhos de todos os homens o nexo entre solidariedade e caridade, iluminando todo o seu significado: «À luz da fé, a solidariedade tende a superar-se a si mesma, a revestir as dimensões especificamente cristãs da gratuidade total, do perdão e da reconciliação. O próximo, então, não é só um ser humano com os seus direitos e a sua igualdade fundamental em relação a todos os demais; mas torna-se a imagem viva de Deus Pai, resgatada pelo sangue de Jesus Cristo e tornada objeto da ação permanente do Espírito Santo. Por isso, ele deve ser amado, ainda que seja inimigo, com o mesmo amor com que o ama o Senhor; e é preciso estarmos dispostos ao sacrifício por ele, mesmo ao sacrifício supremo: “dar a vida pelos próprios irmãos” (cf. 1 Jo 3, 16)»[425].

terça-feira, 16 de novembro de 2021

 

             A PROTEÇÃO Á TODAS AS CRIANÇAS

A PROTEÇÃO Á TODAS AS CRIANÇAS

"Toda Criança tem seus direitos e precisam ser Preservados"

Além de conhecer seus direitos de criança, é importante que você saiba também como esse direito vem sendo exercido no Brasil.

É triste, mas é verdade: nem todas as crianças têm uma vida feliz. Algumas são órfãs ou abandonadas e vivem sozinhas nas ruas. Outras têm casa, mas a família é tão pobre que a criança acaba trabalhando para ajudar com as despesas. Há, ainda, crianças que apanham muito.

1 • Ter uma família

Toda criança deve viver com sua família. Família, no caso, não é só a tradicional, composta da mamãe, do papai e dos irmãozinhos. Pode ser só o pai ou a mãe, uma avó, uma tia... alguém que a queira bem e a trate com amor e carinho.

A família é muito importante para uma criança crescer feliz, e os pais são os principais responsáveis por seu desenvolvimento saudável. No Brasil, existem várias situações em que isso não acontece. É dever de todos assegurar que uma criança possa crescer em família.

2 • Direito a ter um nome

Toda criança tem direito a um nome, um sobrenome e uma nacionalidade.

Registrar uma criança em cartório e tirar a certidão de nascimento, assim que ela nasce é muito importante. Só com esse documento ela tem acesso a todos os direitos de cidadão brasileiro. Sem registro, uma pessoa parece que não existe. No Brasil, ainda é muito grande o número de crianças sem registro: a cada 100 crianças, 13 não são registradas no primeiro ano de vida. Essas crianças não podem se matricular na escola e podem ter dificuldade de usar os serviços públicos de saúde, por exemplo.

3 • Proteção contra a violência

Toda criança deve ser cuidada com atenção e protegida de todo tipo de violência, como abuso, exploração sexual, abandono, maus-tratos.

Criança não é grande e forte o suficiente para se defender nem para se cuidar sozinha. Então, é dos adultos a obrigação de não permitir que ninguém a machuque, a humilhe ou a aterrorize. Muitas crianças no Brasil sofrem um tipo de violência invisível. São aterrorizadas com ameaças e castigos cruéis, envolvidas em atividades sexuais e abandonadas sem proteção. Tudo isso é crime.

4 • Direito a brincar

Toda criança deve brincar e descansar. Os adultos não podem explorar o trabalho da criança dentro ou fora de casa.

Trabalho é coisa para gente grande. Quando brinca, a criança conhece o mundo e aprende a conviver com os outros. No Brasil, muitas crianças deixam de ir à escola ou de brincar para trabalhar em casa, cozinhando ou cuidando dos irmãos pequenos todos os dias, na rua ou mesmo em empresas e plantações.

5 • Direito a ter uma casa

Toda criança deve crescer num ambiente saudável, protegido e livre da violência. O governo deve ajudar as famílias mais pobres a ter recursos que garantam esse direito.

Não precisa ser nenhum palácio, mas uma casa que tenha espaço para toda a família, que tenha água limpa para beber e tomar banho e rede de esgoto que evite doenças. Nem toda criança tem uma casa em ordem, com paredes que a protejam do frio, com água tratada e rede de esgoto.

"VAMOS PROTEGER NOSSAS CRIANÇAS!"


ESPECIAL | O QUE É O ADVENTO [CC]

 


                                          ADVENTO TEMPO DE ESPERANÇA



Significado de Advento

O que é Advento:

Advento é um substantivo masculino com etimologia latina, no termo adventum, que significa vinda ou chegada. A palavra advento também pode significar fundação ou criação de alguma coisa (por exemplo: advento da internet ou advento da República).

Recebem este nome as quatro semanas antes do Natal. Este período litúrgico evoca a dupla vinda de Jesus Cristo: a verificada em Belém, quando Ele veio ao mundo, e a que ocorrerá no Seu regresso no Dia do Juízo. Por isso a característica deste tempo, com o qual começa o ano eclesiástico, é a purificação como preparação para receber Aquele que está para vir. O caráter penitencial do advento é acentuado pela cor litúrgica, que é o roxo.

Advento é um período mencionado no calendário religioso, é um tempo de alegria para os cristãos, caracterizado pela preparação para o nascimento de Jesus. É por essa razão que hoje em dia o período do advento é definido pelas quatro semanas que antecedem o Natal, tendo início no Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro, indo até o dia 24 de Dezembro, sendo o primeiro tempo do ano litúrgico.

Segundo a Bíblia, o Anjo Gabriel apareceu a Maria numa visão, dizendo que em breve ela daria à luz a um menino, o filho de Deus que viria para trazer luz ao mundo. Esse tempo de espera é caracterizado hoje como advento.

Coroa do advento

A coroa do advento é uma coroa de ramos de abeto, com quatro velas (círios), que se acendem uma após a outra nos quatro domingos do advento. Este costume é relativamente recente, que remonta talvez ao século XIX, e que se difundiu a partir da I Guerra Mundial.

Este ramo está pleno de simbolismo. A sua forma circular representa a eternidade e a sua cor remete para a esperança e vida. Em muitas coroas, existe uma fita vermelha, que simboliza o amor de Deus pela humanidade e o amor das pessoas que esperam o nascimento de Jesus.

As quatro velas da coroa representam cada uma das quatro semanas e são acesas em cada Domingo do Advento.

 


O ser cristão é caracterizado tanto pela fidelidade discipular para com o Mestre Jesus, quanto pelo empenho de levar adiante sua mensagem às pessoas em todo o mundo (Unsplash/Jussara Romão)


Tânia da Silva Mayer*

Para os cristãos, o mês de outubro é um tempo dedicado às reflexões sobre a missão dos cristãos no mundo hoje. Já sabemos, por meio dos ensinamentos da comunidade cristã primitiva, que a missão é um imperativo para as pessoas que receberam o batismo. "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado" (Mt 28,19-20 ). Por isso, o ser cristão é caracterizado tanto pela fidelidade discipular para com o Mestre Jesus, quanto pelo empenho de levar adiante sua mensagem às pessoas em todo o mundo.

Nessa perspectiva, é importante considerar ao menos dois fatores sobre a missão: o modo como transmitir a mensagem de Jesus e para quais pessoas e em quais contextos existenciais elas se encontram. No início do seu pontificado, o papa Francisco recordou muito bem que o anúncio do Evangelho não requer necessariamente fórmulas e métodos prefixados, mas, conforme se expressou nos números 127 e 128 da exortação apostólica Evangelii Gaudium,

"[...] há uma forma de pregação que nos compete a todos como tarefa diária: é cada um levar o Evangelho às pessoas com quem se encontra, tanto aos mais íntimos como aos desconhecidos. É a pregação informal que se pode realizar durante uma conversa, e é também a que realiza um missionário quando visita um lar. Ser discípulo significa ter a disposição permanente de levar aos outros o amor de Jesus; e isto sucede espontaneamente em qualquer lugar: na rua, na praça, no trabalho, num caminho. Nesta pregação, sempre respeitosa e amável, o primeiro momento é um diálogo pessoal, no qual a outra pessoa se exprime e partilha as suas alegrias, as suas esperanças, as preocupações com os seus entes queridos e muitas coisas que enchem o coração. Só depois desta conversa é que se pode apresentar-lhe a Palavra, seja pela leitura de algum versículo ou de modo narrativo, mas sempre recordando o anúncio fundamental: o amor pessoal de Deus que Se fez homem, entregou-Se a Si mesmo por nós e, vivo, oferece a sua salvação e a sua amizade".

Nós vivemos um momento mundial no qual percebemos cada vez mais uma crescente polarização de ideias e ideologias e o acirramento entre os divergentes. Por outro lado, no enfrentamento da pandemia de Covid-19, verificamos um negacionismo radical da doença aliado à uma indiferença para com a vida - a própria e a dos outros. Tudo isso gera o sintoma de mal estar que vivemos com consequências psicossomáticas gravíssimas. A sensação de absoluta precariedade da existência é confrontada e amedrontada por uma devastação ambiental sem precedentes para os jovens desta época. As ameaças à vida se instalaram por tantos lados que nunca se exigiu tanto viver o hoje.

Mas a exigência de se viver o hoje não surgiu em razão da consciência de que o futuro nos escapa, mas porque do futuro se quer fugir, pois a esperança segue titubeando sem muita força equilibrista para acreditar noutra realidade menos dura. 

Nesse cenário, não se pode negar, vê-se também nascer esforços de promoção da solidariedade, da comunhão e de uma consciência coletiva que seja capaz de fomentar ações para a garantia da vida e o bem estar das pessoas no planeta. Mas os ecos são tão espaçados que chega a ser natural não acreditar numa transformação que garantirá a sobrevivência das espécies. Parece o fim.

É nesse momento que os cristãos precisam se perguntar o que significa ser missionário e transmitir ao mundo a mensagem do evangelho. Certamente, boas iniciativas surgem como aproveitamento de tecnologias digitais disponíveis para o alcance de muitas pessoas de uma única vez. Mas hoje se requer de uma maneira ainda mais exigente um verdadeiro testemunho dos cristãos. Não somente aquele que se faz com a boca, no qual se diz "Senhor, Senhor", mas aquele cujos atos e ações revelam o próprio Jesus e seu amor capaz de dignificar as existências.

Por essa razão, um(a) missionário(a) dos nossos tempos é alguém que caminha na direção contrária do mal estar que todos vivemos. Não como fuga ou à revelia dos acontecimentos, dos sinais de nosso tempo, mas insistindo que dirijamos nossa história por um caminho que pode não permitir um retorno. Por isso, sua postura na vida pode até parecer mais dura, pois a voz das suas ações grita sozinha no caótico deserto de discernimento do coração e da razão que vivemos em nossos dias.

Mas o(a) missionário(a) dos nossos tempos assumirá um compromisso efetivo de fazer a sua parte de cuidado da vida e da criação inteira e não se cansará de insistir que os grupos de vulneráveis sociais devem ter a vida assegurada - bem como devemos, como indivíduos e instituições, comprometer-nos com o cuidado da casa comum, que é também o cuidado de cada pessoa que sofre. 

Só assim poderá contribuir para que o Evangelho não se torne o Livro Sagrado debaixo do braço ou dentro de uma bolsa, mas o amor de Deus ressuscitando a dignidade do mundo e da nossa humanidade desumanizada.

*Tânia da Silva Mayer é mestra e bacharela em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE); graduanda em Letras pela UFMG. Escreve às terças-feiras. E-mail: taniamayer.palavra@gmail.com

sábado, 21 de agosto de 2021

Vocação

 

Vocação e chamado

A importância das aptidões e dos dons na vida cristã

Todo cristão, em algum momento da vida, já deve ter se perguntado: “Deus tem um propósito para minha vida? Ele tem um plano específico para eu realizar? Qual a vontade de Deus para mim? Qual é o meu chamado?”. Afinal, é a Bíblia mesmo que nos alerta:

“Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.” Efésios 5.17 (NVI)

Talvez ainda agora estejamos nos indagando sobre isso. Ou quem sabe ainda não temos a convicção que gostaríamos de ter. Nesse caso, podemos nos sentir inseguros, indecisos ou desorientados quanto ao nosso futuro como cristãos.

Quero convidar você a seguir comigo nesse texto, a fim de verificarmos juntos alguns princípios bíblicos e refletirmos sobre nosso propósito de vida, e nossa vocação e chamado como filhos de Deus nesta Terra.

O propósito de Deus, revelado nas Escrituras Sagradas, é que sejamos “conformes à imagem de seu Filho” (Romanos 8.29), em outras palavras, que sejamos como Cristo nessa Terra. Além disso, a Bíblia também afirma que fomos criados para o louvor da glória de Deus (Efésios 1.11). Sabemos que o pecado atrapalhou isso logo após a criação do homem, mas Cristo veio justamente resgatar o propósito original de Deus e dar condições para que isso fosse restaurado na vida dos que creem.

Assim, o objetivo principal da nossa existência é continuamente render glórias e louvor a Deus, vivendo sempre para adorá-lo (Salmo 29.2). Até aqui estamos indo bem. Creio que todos concordamos com essa definição do nosso propósito de vida como cristãos.

Porém, se pararmos nessa parte, podemos desenvolver um comportamento passivo, ou infrutífero, ou até mesmo egoísta em relação às demais pessoas ao nosso redor. “Uma vez salvo, quero viver somente para adorar a Deus”. Sem percebermos, essa ideia pode se alojar em nossa mente e nos tornar inativos.

Muitos monges, nos primeiros séculos da história da igreja, fizeram essa opção e se isolaram da humanidade e seus problemas. A Reforma Protestante no século XVI recolocou o cristão no centro da sociedade a fim de ter ações práticas e transformadoras, conforme a vontade divina.

Lutero, em seu livro Comércio e Usura (1524), procurou desfazer a ideia do trabalho como algo degradante e dar a ele uma dimensão espiritual e digna. Nosso trabalho, como vocação, tem a missão de prover os recursos para nossa família, servir ao próximo e abençoar a Terra.

Box vocacaoJUN18Fomos alcançados pela graça de Deus a fim de sermos recriados em Jesus e ganharmos uma nova identidade. Mas também fomos salvos para as boas obras (Efésios 2.10). O ‘ser’ vem antes do ‘fazer’. Mas o ‘fazer’ precisa seguir ao ‘ser’ (Tiago 2.17).

Nesse ponto podemos voltar à questão: “Mas o que eu devo fazer? Como descobrir o meu chamado e vocação?”. Vamos então falar um pouco sobre isso.

Antes de tudo é preciso dizer que essas duas expressões: vocação e chamado, por vezes, se misturam. A palavra ‘vocação’ se origina do verbo latino ‘vocare’ e significa ‘chamar ou chamamento’. Assim, o significado delas é tão próximo que em alguns momentos elas se interseccionam. Podemos ver isso no versículo abaixo:

“Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados.” Efésios 4.1 (RA)

Porém, para esse nosso estudo, vamos separar um pouco as duas palavras para facilitar nosso entendimento e aplicação. Vamos considerar o termo ‘vocação’ como o nosso chamado natural; e o termo ‘chamado’ como a nossa vocação espiritual. Confundi mais agora? Vou tentar explicar melhor.

VOCAÇÃO

Nossa vocação tem a ver com aquilo que nós somos, nossos gostos, inclinações, talentos e habilidades inatas. Trata daquilo que naturalmente amamos fazer, fazemos bem e ainda traz realização e prazer. É o que nossa vontade e competência nos leva a praticar. É uma capacidade específica que nos inspira.

Normalmente é a nossa vocação que vai nos levar a fazer uma escolha acadêmica e profissional. Além disso, podemos ter vários outros tipos de vocação, como por exemplo uma vocação para a área esportiva, ação social, artes em geral, comunicação interpessoal etc., que não tenham necessariamente relação com uma carreira profissional.

Para ajudar as pessoas a identificar melhor suas vocações naturais é que foram criados os chamados teste vocacionais, aplicados por profissionais ou instituições a partir do perfil psicológico e personalidade de cada pessoa.

CHAMADO

Nosso chamado, agora do ponto de vista espiritual, tem a ver com aquilo que Deus nos convida a realizar em benefício da Igreja e das pessoas que Ele deseja alcançar. Fala do modo, lugar e tempo em que nós fazemos o que temos de fazer. Obedecemos à voz e à vontade de Deus para nós.

Um chamado leva em conta os dons e talentos espirituais dados por Deus. E aqui, isso tanto pode coincidir com nossa vocação natural como pode nos levar a uma nova prática que nunca imaginamos para nós. Se em nossa vocação natural somos inspirados pelas nossas características pessoais pré-existentes, em nosso chamado somos comissionados do alto, pelo Espírito Santo, e capacitados por Ele para essa obra.

Esse chamado tem duas dimensões, a primeira é a mesma para todos, e a outra é específica para cada um. Vejamos isso melhor:

1) Chamado comissional (de Deus para todo o seu povo)

É o mesmo para todos os cristãos, em todas as épocas e em todos os lugares. Perceba que esse chamado não é apenas para pastores ou líderes em tempo integral. Mas é para todos quantos são feitos filhos de Deus.

“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.” Mateus 28.19-20

2) Chamado ministerial (de Deus para uma pessoa específica)

É único e individualizado para cada cristão, num tempo e lugar determinados, baseado no seu dom. E ninguém receberá todos os dons, mas também ninguém ficará sem pelo menos um dom. E esse dom aponta para seu chamado ministerial.

“Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas.” 1 Pedro 4.10

Agora que ficou um pouco mais claro a diferença de vocação e chamado vamos ver alguns passos práticos que podemos dar a fim de identificar nosso chamado pessoal.

Comece se informando a respeito dos dons que a Bíblia lista em várias passagens como Romanos 12.6-8; 1 Coríntios 12.8-10, 28; Efésios 4.11 e 1 Pedro 4.9-11. O objetivo aqui é saber para poder identificar.

Depois, como diz C. Peter Wagner em seu livro “Descubra seus dons espirituais”, uma boa dica é envolver-se com todas as áreas de serviço na igreja que você puder. Isso o ajudará a enxergar possíveis dons que você tem e os que definitivamente você não tem.

Em seguida, avalie sua atuação e os resultados (os frutos). Examine-se e desenvolva uma autocrítica saudável. Converse com seus líderes e mentores. Peça que eles o ajudem nessa tarefa de aferir seu chamado ministerial.

Por fim, e não menos importante, ore sobre isso. Permita que o Espírito Santo sonde seu coração e suas motivações; e se disponha a obedecê-lo, seja qual for a orientação e o chamado que Ele conferir a você.

A última pergunta que vamos considerar nesse texto é “Onde devo exercer meu chamado espiritual?” Seria apenas no contexto da igreja local, suas reuniões públicas e encontros ministeriais? Definitivamente não. Nosso chamado deve ser vivenciado em todo o tempo e todo lugar, seja em casa, no trabalho, na sociedade ou na igreja; amando e servindo todas as pessoas à nossa volta, para a glória de Deus Pai.

“Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.” Mateus 5.16

  

 QUAL SUA  VOCAÇÃO ...


O que é vocação?

Vocação

 

Tipos de vocação e caminhos para ouvir o chamado de Deus

O que é vocação?

Vocação é uma palavra que vem do termo em latim vocare, que significa convocar, chamar, escolher. Vocação é, portanto, um chamado de Deus a uma determinada pessoa. Esse chamado é individual, possui características únicas para cada um. Por isso, há uma etapa fundamental na vida de cada ser humano, chamada de discernimento vocacional.  

Quando se alcança a dádiva de ouvir a Deus, dizemos sim à oportunidade de dedicar nossos próprios dons a um bem maior. Essa é, sobretudo, a verdadeira realização plena, que só se alcança seguindo a uma vocação. 

Os diferentes tipos de vocação a que somos chamados

São infinitos os caminhos para os quais Deus convoca a cada um. Logo, são diferentes tipos de vocação. Pode ser na área da saúde, da educação, na área religiosa. Ou seja, diversas possibilidades que, acima de tudo, nos permitam evoluir e dar continuidade às obras de Deus.

Esse chamado não acontece de maneira isolada, mas sim dentro de um processo de desenvolvimento. E nessa jornada, as atitudes do dia a dia são fundamentais. Quando começamos a olhar o mundo de outra forma, buscando sempre a evolução e o desenvolvimento da espiritualidade, naturalmente o processo de descoberta de vocação acontece. 

Como a vocação germina e gera frutos?

Independentemente do tipo de vocação a ser vivida, esse chamado surge no momento em que se diz sim a Deus. Da mesma forma, em nossas convicções Maristas acreditamos que seguir Jesus, do jeito de Maria, é o caminho para uma construção sólida da vocação.

Portanto, amadurecer esse processo através dos textos sagrados, das orações e reflexões torna o caminho promissor. E certamente é em um estágio maduro que a vocação se materializa e gera transformação de comunidades. 

Tipos de vocação: um caminho para todos! 

Diferente do que algumas pessoas possam pensar, a vocação é para todos. Nesse sentido, qualquer um de nós podem ser chamado a percorrer um caminho. 

Além de fortalecer a espiritualidade, como aconselhamos anteriormente, conhecer os tipos de vocação e refletir sobre o futuro da sua jornada é fundamental para o amadurecimento desse processo. Basicamente, as vocações religiosas podem ser divididas em três grupos: 

  1. Vocação matrimonial ou Laical: esse tipo de vocação pode ser vivida por leigos batizados que participam da comunidade cristã por meio da Igreja. Para esse grupo, diversos propósitos de vida podem ser encontrados, através do ministério familiar ou ações missionárias;
  2. Vocação sacerdotal: religiosos chamados a anunciar o evangelho e guiar a comunidade rumo ao caminho de Deus. Aqui estão os diáconos, presbíteros e bispos;
  3. Vocação religiosa: pessoas que se consagram a Deus por meio dos votos religiosos de pobreza, obediência e castidade e, geralmente, seguem e servem a Cristo por meio de uma Congregação Religiosa, um exemplo são os Irmãos Maristas. 

Contamos com mais detalhes neste texto

Vocação Marista: união de diferentes talentos! 

Marcelino Champagnat, ainda nos primórdios da fundação dos Irmãos Maristas, já havia percebido que para cumprir seu sonho de ajudar o mundo por meio da educação precisaria, antes de tudo, de muita gente. Pessoas com diferentes talentos, que atendem a diferentes chamados de Deus, capazes de dedicar suas vidas à Missão Marista. Seja para os Irmãos Marista ou para os leigos Maristas, a missão é uma só.

Hoje, por exemplo, 2,8 mil Irmãos trabalham em 80 países de todos os continentes do mundo. E para seguir com a missão iniciada por Marcelino Champagnat, um total de 72 mil leigos contribuem com essa obra. O resultado é o atendimento de 654 mil crianças e jovens pelo mundo. Uma grande união para atender à nossa vocação de despertar a vivência da espiritualidade Marial e Apostólica.

Para saber mais sobre nossa vocação, acesse. 

Por fim, lembramos que investir nesse caminho vale a pena. Todo aquele que vive verdadeiramente sua vocação se torna um farol de esperança para o mundo. Como diz o Irmão Ernesto Sanchez, Superior Geral do Instituto Marista, “não se tem uma vocação; a pessoa é vocação”. 

E você, já sentiu o despertar da sua vocação? 

 Qual sua Vocação...

 https://youtu.be/wUpDxNqYzTg?si=JkqYOqZI2xjoVRW7

Mensagem de Deus

Deus tem uma Resposta

Postar no Facebook

Você diz: "Isso é impossível"
Deus diz: "Tudo é possível" (Lucas 18:27)
Você diz: "Eu já estou cansado"
Deus diz: "Eu te darei o repouso" (Mateus 11:28-30)
Você diz: "Ninguém me ama de verdade"
Deus diz: "Eu te amo" (João 3:16 & João 13:34)
Você diz: "Não tenho condições"
Deus diz: "Minha graça é suficiente" (II. Corintos 12:9)
Você diz: "Não vejo saída"
Deus diz: "Eu guiarei teus passos" (Provérbios 3:5-6)
Você diz: "Eu não posso fazer"
Deus diz: "Você pode fazer tudo" (Filipenses 4:13)
Você diz: "Estou angustiado"
Deus diz: "Eu te livrarei da angustia" (Salmos 90:15)
Você diz: "Não vale a pena"
Deus diz: "Tudo vale a pena" (Romanos 8:28)
Você diz: "Eu não mereço perdão"
Deus diz: "Eu te perdôo" (I Epistola de São João 1:9 & Romanos 8:1)

Você diz: "Não vou conseguir"
Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades" (Filipenses 4:19)

Você diz: "Estou com medo"
Deus diz: "Eu não te dei um espírito de medo" (II. Timóteo 1:7)

Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado"
Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações" (I Pedro 5:7)

Você diz: "Eu não tenho talento suficiente"
Deus diz: "Eu te dou sabedoria" (I Corintos 1:30)

Você diz: "Não tenho fé"
Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé" (Romanos 12:3)

Você diz: "Eu me sinto só e desamparado"
Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei"

Catequese

Precisamos nos comprometer mais com a evangelizaçâo na catequese , pois temos a responsabilidade de formar os futuros evangelizadores, você catequista é convocado por Cristo para á missão e jamais podemos nos acomodar , mas busquemos o melhor, nos esforçando-se cada vez mais na busca de uma evangelização voltada e alicerçada em princípios éticos, morais levando nossas criânças, adolescentes, jovens e adultos á ter um encontro pessoal com Cristo!

Reflexão

Acredite na Vida

Postar no Facebook

"Acreditar que a nossa vida não é melhor ou pior do que a de ninguém.
Nunca sentir-se maior ou menor, mas igual.
Fazer o bem sem olhar à quem e não esperar nada em troca, é uma maneira de encontrar a felicidade.
Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades e não se envergonhar das lágrimas, diante da necessidade, é outra maneira de irmos ao encontro dela.
Ser humilde, prestar favores sem recompensas, abrir as mãos e oferecer ajuda, é uma maneira de buscar a felicidade.
Chorar e sofrer, mas lutar e procurar vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar, é uma maneira de ganhar a felicidade. Aprender à defender seus ideais e a amar seus semelhantes, à conquistar seus amigos pelo que é e não pelo que queiram que seja, é mais uma maneira de abraçar a felicidade.
Saber ganhar e saber perder, é uma rara conquista, mas você consegue.
Tenha fé, acredite em Deus!!! Viva cada momento de sua vida como se fosse o último.
Faça de sua vida uma conquista de vitórias, uma virtude e aproveite tudo o que ela te der como oportunidade. Mesmo sofrendo, sofra amando. Pois é através do amor que você encontrará as chaves para abrir as portas da felicidade...''

EVANGELIZAR É PRECISO

Olá Posso tomar três minutos do seu valioso tempo? Porque te confundes e te agitas diante dos problemas da vida..? Quando tens feito tudo o que está em tuas mãos para tentar solucioná-las... deixa o restante a mim... Se te abandonares em mim tudo se resolverá com tranqüilidade, segurança os meus desígnios... Não te desespere, não me dirijas uma oração agitada como se quisesses exigir-me o comprimento de teu desejo. Fecha os olhos da alma e diz-me com calma “ Jesus eu confio em vós..” Evite as preocupações e angústias e os pensamentos sobre o que possa acontecer depois... Não estrague meus planos querendo impor as suas idéias...Deixa-me ser Deus e atuar com toda a liberdade... Abandona confiantemente em mim. Repousa em mim e deixes em minhas mãos o teu futuro... Diz-me freqüentemente : “Jesus eu confio em vós “ e não seja como o paciente que pede ao médico que o cure mas sugere o modo de fazê-lo... Deixe-se ser levado em minhas mãos ...não tenhas medo...EU TE AMO. Se acredita que as coisas pioraram ou complicaram apesar de tua oração, segue confiando , feche os olhos da alma e confia... Continua dizendo á mim , a todo o momento... “ Jesus eu confio em vós...” Necessito as mãos livres para agir...não me impeça com suas ações e preocupações inúteis, Satanás quer isso, agitar-te, angustiar-te , tirar-lhe a paz... Confia somente em mim abandona-te a mim, não te preocupes, deixa em mim todas as angústias e durmas tranquilamente . Diz-me sempre “ Jesus eu confio em vós” e verás grandes milagres, te prometo por meu amor... Envie a todas as pessoas que possas, se não fizer, não te cairá nenhuma maldição mas se o fizer, terás transmitido minha mensagem... Lembre-se sempre... “ Confia em Mim”.

Mestre Jesus

Mestre Jesus Jesus é hoje Instrutor do Mundo e continua a trabalhar incansavelmente pelo despertar da consciência crística na humanidade.Como homem encarnado, o bem-amado Jesus ofereceu-nos um espelho para a visão mais gloriosa de nós mesmos: a de Filhos de Deus, capazes de amar incondicionalmente e de transcender todos os limites e ilusões da matéria, sobretudo a morte. "Aquilo que eu faço, também vós sois capazes de fazer, e outras coisas ainda maiores", disse ele, afirmando a nossa ilimitada potencialidade divina. Afirmações transfiguradoras de Mestre Jesus: EU SOU o que EU SOU;EU SOU a porta aberta que homem nenhum pode fechar;EU SOU a luz que ilumina todo homem que vem ao mundo;EU SOU o caminho, EU SOU a verdade;EU SOU a vida, EU SOU a ressurreição; EU SOU a ascensão na Luz;EU SOU a satisfação de todas as minhas necessidades e carências;EU SOU a abundância derramada sobre toda a vida; EU SOU a visão e a audição perfeitas; EU SOU a ilimitada Luz de Deus manifestada por toda a parte;EU SOU a Luz do Santo dos Santos; EU SOU um filho de Deus; EU SOU a luz na sagrada montanha de Deus.

Minha lista de Blogs Parceiros