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SEJA BEM VINDO Á EVANGELIZAÇÃO

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Coração de Jesus Santuário de Fé !

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Santuário Coração de Jesus -Mossoró -RN...Clic..e visite.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Então é Natal...


 

O Natal, dia 25 de dezembro, comemora o nascimento de Jesus Cristo, a figura mais importante do Cristianismo.
Por esse motivo, para os cristãos, trata-se de uma das principais datas comemorativas, ao lado da Páscoa, em que se celebra a ressurreição de Jesus.
O dia de Natal é feriado religioso em muitos locais do mundo. O chamado ciclo do Natal é celebrado durante doze dias, que compreendem o dia 25 de dezembro até o dia 6 de janeiro.
Esse período está relacionado com o tempo que os três reis magos, Baltazar, Gaspar e Melchior, levaram para chegar à Belém, cidade onde nasceu Jesus.

Origem do Natal

O Natal teve origem em festas pagãs que eram realizadas na antiguidade. Nessa data, os romanos celebravam a chegada do inverno (solstício de inverno). Eles cultuavam o Deus Sol (natalis invicti Solis), e ainda realizavam dias de festividades com o intuito de renovação.
Outros povos da antiguidade também celebravam a data, seja pela chegada do inverno ou pela passagem do tempo.
É o caso dos mesopotâmicos, que celebravam o “Zagmuk”, uma festa pagã em que um homem era escolhido para ser sacrificado. Isso porque eles acreditavam que no final do ano alguns monstros despertavam.
A partir do século IV, e com a consolidação do Cristianismo, a festividade foi oficializada como Natale Domini (Natal do Senhor). Como não se sabe ao certo o dia em que Jesus nasceu, essa foi uma forma de cristianizar as festas pagãs romanas, dando-lhes uma nova simbologia.

A escolha da data foi determinada pelo Papa Julius I (337-352) e, mais tarde, foi declarada feriado nacional pelo Imperador Justiniano, em 529.
Deste modo, sem estar associada à sua origem, o Natal passou a ser comemorado em muitos países.

Significado da palavra Natal

O termo Natal tem origem na palavra do latim “natalis” que, por sua vez, é derivada do verbo nascer (nāscor).

Símbolos do Natal: como surgiram?

Com o Natal surgem vários sinais representativos dessa comemoração festiva, cada qual com um significado distinto e com origem pagã ou religiosa.
Quando falamos no nascimento de Jesus, a representação mais presente na nossa cabeça é o presépio, afinal ele retrata o cenário onde o Menino nasceu.
E aí, de forma conjunta ou isolada, conhecemos os elementos que nele figuram: a sagrada família, composta por Jesus, José e Maria, os três reis magos, o anjo e a estrela.
 
PRESÉPIO

 O presépio recria a cena do nascimento do Menino Jesus

Você sabia que o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis?
Sim, foi no século XIII, na Itália, que São Francisco quis recriar a cena do nascimento de Jesus para explicar para o povo como teria acontecido.
Depois, cada vez mais a montagem do presépio tornou-se uma tradição forte e passou a ser montado nas casas, nas igrejas e em diversos locais durante o ciclo do Natal.
O presépio simboliza a união do divino com o terreno, afinal reúne pessoas, animais e a figura de Deus.
Ainda no campo religioso, os bonitos anjos usados na decoração do Natal remetem a São Gabriel, o anjo que terá anunciado à Maria que ela seria mãe de Jesus.
Os três reis magos são os magos que foram à procura de Jesus para adorá-lo e levar-lhe presentes. Aí está mais uma fator religioso ao lado do costume de dar presentes no Natal, o que faz aumentar o furor do comércio nessa altura do ano.
E as estrelas nos topos das árvores de Natal são justamente o sinal seguido pelos reis magos para encontrar o lugar onde Jesus tinha nascido.

Árvore de Natal: o que ela tem a ver com o nascimento de Jesus?

Árvore de Natal no parque Ibirapuera, São Paulo (2007)

A árvore de Natal é um dos símbolos mais emblemáticos da festa. Nem todo mundo monta o presépio, mas a árvore, muita gente tem.
A tradição de montá-la, numa proposta religiosa, é mais recente. Foi Martinho Lutero, a principal figura da Reforma Protestante, quem montou a primeira árvore em casa.
Antes de Lutero as pessoas já usavam árvores enfeitadas para comemorar a chegada do inverno. É justamente por isso que não se trata de uma árvore qualquer, mas um pinheiro, porque essa árvore é a que mais resiste aos invernos rigorosos. Ela é, portanto, símbolo de esperança e paz, assim como Jesus para os cristãos.
Montada próximo da data festiva, a árvore é desmontada no Dia de Reis, em 06 de janeiro.

Papai Noel

 
Papai Noel conferindo lista de presentes

Se a árvore é o símbolo mais emblemático, o Papai Noel é o personagem mais importante da festa.
A figura do Papai Noel é inspirada em um bispo turco chamado São Nicolau. Ele costumava deixar moedas próximas às chaminés das pessoas mais necessitadas. É por isso que ele representa a generosidade que acaba invadindo os corações na época natalina.
Com o tempo, e através de campanhas publicitárias, São Nicolau se tornou popular e deu lugar ao aspecto que hoje conhecemos do Papai Noel, que em vez de moedas, deixa presentes às crianças que se portam bem ao longo do ano.

Ceia de Natal


Mesa preparada para Ceia de Natal com o tradicional peru
E para finalizar, vamos à ceia!
A sua origem vem da Europa, onde as pessoas costumavam deixar a porta das suas casas abertas para receber viajantes.
Ela simboliza a união e a confraternização das famílias. Assim, na véspera de Natal, os familiares se reúnem à mesa para a tradicional ceia de Natal.
Na cultura brasileira é comum ter o peru de Natal, as frutas secas e o panetone.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Reflexão sobre a nossa Politica Brasileira...



          Estamos vivendo um momento de mudança na nossa política brasileira, muitas situações fizeram o nosso país ficar na situação que se encontra hoje, onde perdemos o rumo da nossa história, pela classe política que temos hoje no nosso país. Vivemos uma realidade onde as desigualdades prevalecem e reinam no nosso país ...culpa da política "sem vergonha" que temos hoje no nosso país...que já vem de muitos anos...sem políticas públicas sociais.  

        "Apenas citar o Governo do PT de LULA que teve...algumas melhorias para a sociedade brasileira, principalmente para os mais necessitados...mas ainda estamos longe de termos um país mais justo para todos."

          Vivemos a situação onde as desigualdades só aumentam, e nada é feito para mudar essa situação...estamos na atual fase da democracia do nosso país, onde mais uma vez os políticos  querem tomar o poder de qualquer jeito..muitas vezes com corrupção..desonestidade e fraudes.

         E agora o que fazer...? como nosso  povo vai fazer para termos mudanças necessárias para o destino do nosso país para os próximos anos...futuro...

         O que mais vimos é essa classe política travando uma guerra para assumir o poder....polarizando os seus projetos...mas a realidade é que não temos esperança  na atual política brasileira...

          Precisamos ter mais consciência e responsabilidade na hora de escolher aqueles que vão nos representar na política nacional, e assim termos uma certeza de melhores dias para nossas famílias,jovens,crianças,adultos,idosos e toda classe.

          Sabemos que não tá fácil escolher  políticos comprometidos..com o povo,  estamos diante de uma salada mista da nossa política, precisamos ter a sabedoria na hora de escolher...pois depende de nós o futuro da nossa nação.

          Precisamos entender que uma nação não pode ser construida pelo autoritarismo...opressão...descriminação ...mas por governos que estejam do lado do povo, contribuindo para o crescimento do seu povo ..seja nas mais diversas situações...

          Necessitamos de um governo que esteja do lado do povo, para o bem estar de todos.

                                                        Paulo Sérgio de S. Carvalho
                                                                  ( Sociólogo)
                                                                                                                                pauloevangelizarepreciso.blogspot.com

Levante e lute, nunca pare de lutar - Pe. Fábio de Melo (MOTIVAÇÃO 2018)...

Padre léo e A história do Pão com queijo

PADRE ZEZINHO, SCJ - DE LÁ DO INTERIOR - SHOW EM BONITO-PE

Pe. Zezinho - Utopia

Missões - O que é, como e por que eu devo fazer.

O Contexto da Missão


Missão

Fazer discípulos em todos os povos e lugares não alcançados.

Visão

Mobilizar a igreja para conectar pessoas a Jesus, transformar comunidades e impactar as nações com o evangelho.

Valores

Dependência de Deus - Ter a oração e a palavra como a base do ministério, convictos de que a obra é de Deus e somos seus cooperadores.

Integridade - Viver de forma coerente com os princípios morais e éticos da palavra de Deus.

Unidade - Atuar de forma coesa, valorizando dons e habilidades, tornando-nos mais fortes para o alcance de um objetivo comum.

Compaixão - Servir ao próximo movido pelo amor de Cristo diante do sofrimento e da injustiça no mundo.

Contemporaneidade - Interagir com as novas gerações para cumprir o mandato missionário com dinamismo e inovação, atento às tendências sociais, culturais e tecnológicas.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Mês Vocacional


 Em 1981, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em sua 19ª Assembleia Geral, instituiu agosto como o Mês Vocacional. O objetivo principal era o de conscientizar as comunidades da responsabilidade que compartilham no processo vocacional.

 Cada domingo do mês de agosto é dedicado à celebração de uma determinada vocação.

Primeiro domingo: é o dia das vocações sacerdotais. Atualmente também se comemora o dia das vocações diaconais, ou melhor dizendo: dia das vocações aos ministérios ordenados. Essa comemoração se deve ao fato de no dia 4 de agosto celebrarmos o dia de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, patrono dos padres; e, no dia 10 de agosto, o dia de São Lourenço, patrono dos diáconos.

Segundo domingo: por imitação do segundo domingo de maio – no qual é comemorado o Dia das Mães – temos o Dia dos Pais. Sabemos que no Brasil esse dia é comemorado porque antigamente no dia 16 de agosto celebrava-se o dia de São Joaquim, pai de Nossa Senhora e, por isso, adotou-se esse dia e depois o domingo para essa comemoração. Devido a esse fato, nesta data é comemorada a vocação matrimonial.

Terceiro domingo: recorda-se a vocação à vida consagrada: religiosos, religiosas, consagradas e consagrados nos vários institutos e comunidades de vida apostólica e também nas novas comunidades. Essa recordação é feita porque no dia 15 de agosto celebramos o Dia da Assunção de Maria aos céus, solenidade que aqui no Brasil é transferida para o domingo seguinte.

Quarto domingo: é nesta data que se comemora o Dia do Catequista, daí a comemoração do dia da vocação do cristão leigo na Igreja, tanto na sua presença na Igreja como também em seu testemunho nos vários ambientes de trabalho e vida. O dia do cristão leigo voltará a ser comemorado no último domingo do ano litúrgico, domingo de Cristo Rei.

Neste ano, o chamado “mês vocacional” irá focar no exemplo de Nossa Senhora. Com o tema “A exemplo de Maria, discípulos missionários” e o lema “Eis-me aqui, faça-se”, a CNBB busca motivar a oração pelas vocações nas comunidades, paróquias e dioceses, além de conscientizar adolescentes e jovens ao chamado de servir a Igreja.

De acordo com o presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados da CNBB e arcebispo de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler, a escolha da temática se deu por “Nossa Senhora ser exemplo de mulher de oração”: “A oração é também o pedido que Nosso Senhor faz aos discípulos quando vê o tamanho da messe sem o número suficiente de pastores, a messe é grande mas os operários são poucos”, explica.

Para ele, a intenção deste ano é justamente alertar para o número de vocações sacerdotais e religiosas no Brasil. “É pedir ao Senhor da messe que envie operários. A oração é o meio privilegiado para suplicar, pedir ao Senhor que envie esses operários que a Igreja tanto precisa. O nosso povo sedento de Deus, sedento de transcendência, sedento do Evangelho necessita de pastores, de pessoas capazes de anunciar essa palavra como fez Maria, isto seja no Ministério Ordenado, seja através da Vida Consagrada, seja através do anuncio catequético, nas diversas atividades do cotidiano e também no mundo leigo”, destacou.

O mês vocacional é também celebrado no contexto do Ano Nacional Mariano, proclamado pela CNBB, por ocasião dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, no Rio Paraíba do Sul. Por isso, a escolha da temática dedicada a Nossa Senhora também se fez presente.

“A Igreja no Brasil realmente deseja neste mês de agosto de 2017 promover um grande mutirão e dentro das comemorações dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida realmente suplicar ao céu que não falte operários para a vinha. Esperamos que muitos jovens do sexo feminino, do sexo masculino possam responder como fez Maria: Eis-me aqui, faça-se segundo a tua palavra”, finalizou.

Ao participarmos dessas celebrações não podemos nos esquecer da vocação primeira e mais importante de todas: a vocação à vida cristã e, consequentemente, à santidade! Todos somos vocacionados à santidade e fora desse caminho não temos como viver bem qualquer que seja a nossa vocação pessoal.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Evangelização: As várias dimensões da missão




A missão evangelizadora da Igreja tem várias dimensões e assume também um papel de transformação social. Esta componente inclui todo o vasto espectro das preocupações sociais, que vai da atenção concreta à educação, à saúde ou à família até à promoção do bom governo ou da paz.


Para muitos católicos, a evangelização é um termo pouco familiar e relativamente novo. O Concílio Vaticano II, assim como os Papas mais recentes, puseram a evangelização no centro da identidade e da missão da Igreja. Hoje, a Igreja considera que «os elementos principais» da sua missão e da evangelização são: presença e testemunho; compromisso com o desenvolvimento social e a libertação humana; vida litúrgica, oração e contemplação; diálogo inter-religioso; proclamação e catequese.
Em suma, a verdadeira missão evangelizadora da Igreja é constituída por diversos componentes e dimensões, que fazem parte integrante da mesma. Esta visão integral ou holística serviu bem a Igreja durante as últimas décadas. Através de uma análise conjunta das cinco dimensões da evangelização, adquire-se clareza, capacidade de introspecção e de proceder a uma adequada integração. Esta é a visão católica da evangelização.

Primado do testemunho


Para Paulo VI, que afirma que «evangelização significa levar o Evangelho a todos os estratos da humanidade» (en 18), a presença cristã e o testemunho de vida constituem «o acto inicial da evangelização». As actividades diárias, como viver juntos em harmonia, viver com integridade, cumprir fielmente os próprios deveres na comunidade — tudo isto deve constituir um elementar «testemunho de fé» que demonstra como a vida humana é transformada pela fé e pelos valores cristãos. Através deste testemunho silencioso, sem palavras, os «cristãos despertam perguntas irresistíveis nos corações daqueles que vêem como eles vivem» (en 21). E, no mundo de hoje, as pessoas desejam e respeitam testemunhas autênticas. Na Ásia, a madre Teresa de Calcutá (beatificada em 19 de Outubro de 2003), mundialmente conhecida pelo seu cuidado amoroso e altruísta para com os mais pobres dos pobres, é um «ícone» da presença, da vida e do serviço cristãos.

Integração


Viver em comunidade como bons vizinhos, baseados em convicções de fé, deve naturalmente resultar num compromisso com o desenvolvimento social e a libertação humana, num serviço que genuinamente se presta à humanidade. Isto significa servir os mais desafortunados, testemunhar a justiça, defender a integridade da criação; esta dimensão da evangelização inclui toda a área de preocupações sociais, desde a construção da paz, dos serviços de educação e saúde, à promoção da vida em família e ao bom governo. A área da transformação social e da promoção humana é uma área vasta da missão evangelizadora da Igreja (rm 58-60). A evangelização integral e a libertação deverão incluir necessariamente a vida litúrgica, a oração e a contemplação. Ninguém pode, efectivamente, estar comprometido com a missão da Igreja sem uma fé forte e uma vida de oração. A evangelização precisa de homens e mulheres santos que se inflamem no fogo do amor de Cristo; espalhar o fogo do Evangelho será somente realizado por aqueles que já foram inflamados com uma experiência de Cristo. A santidade é uma condição insubstituível para os evangelizadores. A «experiência de Deus» alcançada na oração e na contemplação, na vida sacramental e litúrgica iluminará e transformará todas as outras dimensões da evangelização (en 23, 43-44, 47; rm 46-49, 87-92).

Contextualização

Todas as actividades de evangelização da Igreja estão introduzidas em contextos específicos. Na Ásia, por exemplo, todas as actividades de evangelização assumem naturalmente uma dimensão inter-religiosa. Assim, a Igreja na Ásia, como acontece na maioria dos lugares no mundo de hoje, realiza a sua missão em culturas pluralísticas e diversas; participa no diálogo inter-religioso, cooperando com os seguidores das maiores tradições religiosas. O diálogo inter-religioso assume uma grande variedade de formas; temos o diálogo da vida diária, as acções comuns em prol da transformação social, as iniciativas levadas a cabo pelos peritos religiosos e as experiências de intercâmbio ao nível de fé, assim como outras formas. O Papa João Paulo II afirmou que «o diálogo inter-religioso é uma parte da missão evangelizadora da Igreja» (rm 55). Este diálogo emerge das próprias convicções de fé. Nas circunstâncias contemporâneas, o diálogo com as religiões e culturas são uma resposta cristã verdadeiramente adequada (rm 52-54, 55-57) e à altura dos tempos.

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Finalmente, temos ainda a proclamação explícita do Evangelho. Esta dimensão da evangelização inclui a pregação, a catequese na vida cristã, o ensino e a transmissão dos conteúdos da fé. Em suma, isto significa «contar a história de Jesus». Quando o Espírito Santo abre a porta, e quando o tempo se revela oportuno, os cristãos contam a história de Jesus, dando testemunho explícito e demonstrando a fé. Os outros são convidados, em liberdade de consciência, para seguir, para vir conhecer Jesus. Através da proclamação, os cristãos aprofundam a instrução na sua própria fé; este é o processo pelo qual a fé cristã é comunicada de geração em geração (rm 44-51).

Toda a Igreja

Obviamente, estas cinco dimensões de uma compreensão integral da evangelização complementam-se e reforçam-se. Falando da complexidade da acção evangelizadora da Igreja, Paulo VI fez um aviso oportuno: «Qualquer definição parcial e fragmentária que tente apresentar a realidade da evangelização em toda a sua riqueza, complexidade e dinamismo corre o risco de empobrecê-la e mesmo de distorcê-la.» O Papa continuou: «É impossível compreender o conceito de evangelização a menos que se tente manter em vista todos os seus elementos essenciais» (en 17). Assim, os elementos da justiça social, do diálogo inter-religioso, da construção da paz, da promoção da educação e saúde, do testemunho de vida, etc., não são simplesmente «preparatórios» da evangelização: todos os cinco «elementos principais» são constitutivos de uma compreensão integral. Paulo VI e João Paulo II expandiram os horizontes da evangelização; a visão mais restritiva, que sustentava que somente a proclamação explícita do Evangelho e a vida sacramental constituíam a missão da Igreja, foi superada. Em conjunto com esta visão alargada da evangelização, encontramos uma ênfase renovada na natureza missionária de toda a Igreja (cf. ag 2). Cada membro baptizado da Igreja é um evangelizador, quer seja leigo, ordenado ou religioso. Antes, quando a evangelização estava ligada mais exclusivamente com a proclamação explícita do Evangelho, a vida sacramental e os ministérios ordenados, os leigos tinham dificuldade em compreender como podiam e deviam ser evangelizadores – e em apreciar essa sua vocação dentro da Igreja. Hoje, a evangelização católica envolve toda a Igreja (do topo à base; especialmente, todas as Igrejas locais), todos os estados de vida (laico, religioso, ordenado, casado, solteiro), todas as actividades apostólicas e formas de testemunho (os cinco elementos principais). A totalidade da evangelização cristã missionária envolve todos estes aspectos.

Missão «de Deus»

Quando muitas palavras já foram ditas, quando já muita tinta correu, quando definições e categorias foram esclarecidas, e quando mais uma apresentação foi concluída, mais os cristãos católicos devem afirmar radicalmente que «toda a missão e evangelização são projecto de Deus. O Espírito Santo é sempre o agente principal da evangelização». Para evangelizadores, missionários, catequistas, religiosos e leigos, missão significa necessariamente tentar encontrar quais os desígnios de Deus e o que Ele está a fazer. Assim, o evangelizador autêntico curva-se perante a vontade de Deus, rende-se alegremente ao plano de amor de Deus e emprega toda a sua energia e esforços para se tornar um instrumento digno que permita que o plano de Deus se revele. A evangelização, no fundo e no cerne, é um assunto de fé (cf. rm 11). Para um cristão, viver é evangelizar!
 


Missão, porquê?


A renovação do sentido da missão exigirá também uma renovação das motivações para a missão. Tem-se observado em alguns um enfraquecimento destas motivações tão necessárias para perseverar nesta tarefa exigente. Porque é que, na verdade, devemos evangelizar?

Evangelizamos, primeiro que tudo, num sentido profundo de gratidão a Deus. A missão é, acima de tudo o mais, um extravasar desta vida dos corações gratos transformados pela graça de Deus. Essa é a razão por que é tão importante para nós cristãos ter uma experiência de fé profunda do amor de Deus em Jesus Cristo (Rom 8,39). Sem uma experiência pessoal deste amor recebido como dádiva e mercê, nenhum sentido da missão pode florescer.

Mas missão é também um mandato. Evangelizamos porque somos enviados para todo o mundo para fazer discípulos de todas as nações. Quem nos envia é Jesus. Envia-nos numa missão que é parte da epifania do plano de Deus. Não podemos cumprir esta missão fora dele (Jn 15:4-5). Mas Ele assegura-nos que permanecerá connosco todos os dias até ao fim do tempo (Mt 28:20), e enviou-nos o Seu Espírito de modo que nós pudéssemos ser suas testemunhas até aos confins da Terra (Actos 1,8).

Missão é também partilha dos dons que recebemos. Infelizmente, para muitos católicos, a fé é somente algo para ser recebido e celebrado. Não sentem que é algo para ser partilhado. A natureza missionária da dádiva da fé deve ser inculcada em todos os cristãos. Todos devem ser ajudados a compreender que Deus nos chamou para ser cristãos, não somente para que possamos ser salvos, mas para que possamos colaborar na salvação dos outros.

Finalmente, evangelizamos porque o Evangelho é fermento para a libertação e para a transformação da sociedade. O nosso mundo precisa dos valores do Reino e de Cristo a fim de trazer o desenvolvimento humano, a justiça, a paz e a harmonia com Deus, entre os povos e com toda a criação por que os povos da Ásia anseiam.


Bispos da Ásia, FABC V



 https://youtu.be/wUpDxNqYzTg?si=JkqYOqZI2xjoVRW7

Mensagem de Deus

Deus tem uma Resposta

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Você diz: "Isso é impossível"
Deus diz: "Tudo é possível" (Lucas 18:27)
Você diz: "Eu já estou cansado"
Deus diz: "Eu te darei o repouso" (Mateus 11:28-30)
Você diz: "Ninguém me ama de verdade"
Deus diz: "Eu te amo" (João 3:16 & João 13:34)
Você diz: "Não tenho condições"
Deus diz: "Minha graça é suficiente" (II. Corintos 12:9)
Você diz: "Não vejo saída"
Deus diz: "Eu guiarei teus passos" (Provérbios 3:5-6)
Você diz: "Eu não posso fazer"
Deus diz: "Você pode fazer tudo" (Filipenses 4:13)
Você diz: "Estou angustiado"
Deus diz: "Eu te livrarei da angustia" (Salmos 90:15)
Você diz: "Não vale a pena"
Deus diz: "Tudo vale a pena" (Romanos 8:28)
Você diz: "Eu não mereço perdão"
Deus diz: "Eu te perdôo" (I Epistola de São João 1:9 & Romanos 8:1)

Você diz: "Não vou conseguir"
Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades" (Filipenses 4:19)

Você diz: "Estou com medo"
Deus diz: "Eu não te dei um espírito de medo" (II. Timóteo 1:7)

Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado"
Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações" (I Pedro 5:7)

Você diz: "Eu não tenho talento suficiente"
Deus diz: "Eu te dou sabedoria" (I Corintos 1:30)

Você diz: "Não tenho fé"
Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé" (Romanos 12:3)

Você diz: "Eu me sinto só e desamparado"
Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei"

Catequese

Precisamos nos comprometer mais com a evangelizaçâo na catequese , pois temos a responsabilidade de formar os futuros evangelizadores, você catequista é convocado por Cristo para á missão e jamais podemos nos acomodar , mas busquemos o melhor, nos esforçando-se cada vez mais na busca de uma evangelização voltada e alicerçada em princípios éticos, morais levando nossas criânças, adolescentes, jovens e adultos á ter um encontro pessoal com Cristo!

Reflexão

Acredite na Vida

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"Acreditar que a nossa vida não é melhor ou pior do que a de ninguém.
Nunca sentir-se maior ou menor, mas igual.
Fazer o bem sem olhar à quem e não esperar nada em troca, é uma maneira de encontrar a felicidade.
Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades e não se envergonhar das lágrimas, diante da necessidade, é outra maneira de irmos ao encontro dela.
Ser humilde, prestar favores sem recompensas, abrir as mãos e oferecer ajuda, é uma maneira de buscar a felicidade.
Chorar e sofrer, mas lutar e procurar vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar, é uma maneira de ganhar a felicidade. Aprender à defender seus ideais e a amar seus semelhantes, à conquistar seus amigos pelo que é e não pelo que queiram que seja, é mais uma maneira de abraçar a felicidade.
Saber ganhar e saber perder, é uma rara conquista, mas você consegue.
Tenha fé, acredite em Deus!!! Viva cada momento de sua vida como se fosse o último.
Faça de sua vida uma conquista de vitórias, uma virtude e aproveite tudo o que ela te der como oportunidade. Mesmo sofrendo, sofra amando. Pois é através do amor que você encontrará as chaves para abrir as portas da felicidade...''

EVANGELIZAR É PRECISO

Olá Posso tomar três minutos do seu valioso tempo? Porque te confundes e te agitas diante dos problemas da vida..? Quando tens feito tudo o que está em tuas mãos para tentar solucioná-las... deixa o restante a mim... Se te abandonares em mim tudo se resolverá com tranqüilidade, segurança os meus desígnios... Não te desespere, não me dirijas uma oração agitada como se quisesses exigir-me o comprimento de teu desejo. Fecha os olhos da alma e diz-me com calma “ Jesus eu confio em vós..” Evite as preocupações e angústias e os pensamentos sobre o que possa acontecer depois... Não estrague meus planos querendo impor as suas idéias...Deixa-me ser Deus e atuar com toda a liberdade... Abandona confiantemente em mim. Repousa em mim e deixes em minhas mãos o teu futuro... Diz-me freqüentemente : “Jesus eu confio em vós “ e não seja como o paciente que pede ao médico que o cure mas sugere o modo de fazê-lo... Deixe-se ser levado em minhas mãos ...não tenhas medo...EU TE AMO. Se acredita que as coisas pioraram ou complicaram apesar de tua oração, segue confiando , feche os olhos da alma e confia... Continua dizendo á mim , a todo o momento... “ Jesus eu confio em vós...” Necessito as mãos livres para agir...não me impeça com suas ações e preocupações inúteis, Satanás quer isso, agitar-te, angustiar-te , tirar-lhe a paz... Confia somente em mim abandona-te a mim, não te preocupes, deixa em mim todas as angústias e durmas tranquilamente . Diz-me sempre “ Jesus eu confio em vós” e verás grandes milagres, te prometo por meu amor... Envie a todas as pessoas que possas, se não fizer, não te cairá nenhuma maldição mas se o fizer, terás transmitido minha mensagem... Lembre-se sempre... “ Confia em Mim”.

Mestre Jesus

Mestre Jesus Jesus é hoje Instrutor do Mundo e continua a trabalhar incansavelmente pelo despertar da consciência crística na humanidade.Como homem encarnado, o bem-amado Jesus ofereceu-nos um espelho para a visão mais gloriosa de nós mesmos: a de Filhos de Deus, capazes de amar incondicionalmente e de transcender todos os limites e ilusões da matéria, sobretudo a morte. "Aquilo que eu faço, também vós sois capazes de fazer, e outras coisas ainda maiores", disse ele, afirmando a nossa ilimitada potencialidade divina. Afirmações transfiguradoras de Mestre Jesus: EU SOU o que EU SOU;EU SOU a porta aberta que homem nenhum pode fechar;EU SOU a luz que ilumina todo homem que vem ao mundo;EU SOU o caminho, EU SOU a verdade;EU SOU a vida, EU SOU a ressurreição; EU SOU a ascensão na Luz;EU SOU a satisfação de todas as minhas necessidades e carências;EU SOU a abundância derramada sobre toda a vida; EU SOU a visão e a audição perfeitas; EU SOU a ilimitada Luz de Deus manifestada por toda a parte;EU SOU a Luz do Santo dos Santos; EU SOU um filho de Deus; EU SOU a luz na sagrada montanha de Deus.

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